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Associado 1

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Veículos

Willys  Interlagos

Interlagos

Marca: Willys

Modelo: Interlagos

Ano: 1966 / 1966

Cor: amarela

Tipo: carro

Placa: FNX 1966

Willys Interlagos — versão brasileira do Renault Alpine A108, fabricado pela Willys-Overland do Brasil — foi produzido entre 1962 e 1966. Histórico: • 🏁 Lançamento: 1962, apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo. • 🏭 Fabricação: pela Willys-Overland do Brasil, em São Bernardo do Campo (SP), sob licença da Renault/Alpine. • 🚗 Modelos: cupê, conversível e berlineta (a versão de competição). • ⚙️ Fim da produção: 1966, quando a Willys foi incorporada pela Ford do Brasil e o projeto foi encerrado.

Puma GTE 1600

GTE 1600

Marca: Puma

Modelo: GTE 1600

Ano: 1975 / 1976

Cor: amarela

Tipo: carro

Placa: CRU 5I41

O Puma GTE foi um automóvel esportivo brasileiro fabricado pela Puma Veículos e Motores. Produzido com carroceria de fibra de vidro e mecânica Volkswagen boxer entre os anos de 1970 e 1980, este modelo foi baseado no Puma GT. A letra “E”, adicionada à nomenclatura, significa “exportação” (ou "Europa", segundo algumas fontes). Este foi o modelo de maior volume de produção da Puma, totalizando 8.705 unidades. Os modelos GT a partir de 1968 e GTE até 1975 ficaram conhecidas anos depois como “Puma Tubarão”, pelas entradas de ar para o motor se assemelharem às guelras de um tubarão. A produção se iniciou em meados de 1970 utilizando a plataforma encurtada do Volkswagen Karmann Ghia. A carroceria inicialmente utilizada era basicamente a mesma de seu antecessor, o Puma GT, porém sofreu algumas alterações e o projeto chamou-se P3. As principais alterações em relação ao seu antecessor foram: motor 1,6 litros, e eram oferecidos opcionalmente motores de maiores capacidades cúbicas (até 2,1 l); freios dianteiros a disco; cintos de segurança de três pontos; retrovisor externo; luz indicadora de marcha ré engatada, Inversão do sentido de apertura do capo dianteiro, apoios para cabeça e novo pára-brisas. Em 1973, sofreu pela primeira vez alterações significativas na carroceria algumas delas são: aumento do capo de acesso ao motor (para facilitar a manutenção), redução do comprimento do vidro traseiro, novo painel (o anterior tinha seus instrumentos refletidos no pára-brisa) e linhas laterais menos curvas. Estas alterações não muito visíveis. Em 1976, passou por novas alterações significativas e esta se tornou a configuração mais conhecida do Puma GTE. A substituição da plataforma pela do Volkswagen Brasília tornou o veículo mais largo, recebeu janelas laterais traseiras (para melhorar a visibilidade) e a carroceria com linhas mais retas. Em 1980 o modelo GTE sofreu modificações de estilo e passou a se denominar GTI, como modelo 1981.